Solidão
Doce solidão
Quem diria, eu me sentido só
Mais uma vez perdido no mar
Onde as ondas quebram no popa
E o frio que congela as ferragens
Traz mais uma vez a doce solidão
Mesmo a sala de maquinas
Onde os motores trabalham sem parar
E o combustível queima
Como o sangue
Bombeado por um coração apaixonado
Solidão
Doce, como um beijo de quem ama
E amarga como o fim de um sonho
Fria como água do mar
Precisa como o controle da lua
Mas ainda assim
Uma doce solidão.
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Meu português é horrível.
Mas o sentimento é puro!
terça-feira, 15 de junho de 2010
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